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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Dose dupla : Suíça e Chile

Caros leitores,
Sei que me atrasei na falar sobre as últimas seleções da Copa, Chile e Honduras. Além disso, daqui a pouco estarei viajando e talvez me ausente por um período do blog. Pra não me ausentar e deixar vocês na mão, resolvi escrever um post " fast dose dupla" sobra Suíça e Chile.


Suíça - Dá trabalho



O futebol da Suíça não é de encantar, mas é daqueles que costumam dar trabalho devido à forte defesa. Após o fiasco em casa na Eurocopa 2008, a troca de treinador fez mudar o futebol desta seleção. Com uma boa campanha comandando a seleção suíça, Ottmar Hitzfeld terminou as Eliminatórias em primeiro e quer chegar longe na África.

Ele + 10: Frei


Experiente, o jogador de 30 anos esteve na última Copa. É capitão da equipe e marcou 5 gols nas Eliminatórias.







Olho nele: Derdiyok
Atacante de origem turca do Bayer Leverkusen. Tem boa estatura, é goleador e costuma das assistências.














Palpite:
Briga com o Chile pela segunda colocação do grupo. Se passar, pode enfrentar o Brasil nas oitavas.




Chile: Fé no argentino


Depois de 12 anos, o Chile volta a uma Copa do Mundo. Isso deve-se à chegada do técnico Marcelo Bielsa que deu fim ao marasmo em que vivia o futebol chileno desde a dupla de ataantes Iván Zamorano e Marcelo Salas se aposentou. A boa campanha das Eliminatórias, quando terminou em segundo lugar, anima o Chile para a Copa, onde espera ir longe.


Ele + 10: Humberto Suazo

Centroavante do Zaragoza, conhece bem o caminho do gol. Foi o artilheiro das Eliminatórias sul-americanas, com 10 gols.








Olho nele: Matias Fernández
  
Meia habilidoso, com boa visão de jogo, sabe tocar e chutar bem. Marcou 4 gols nas Eliminatórias.








Palpite:
Está na mesma situação que a Suíça: briga pela segunda vaga do grupo, porém tem menos chance de seguir após as oitavas de final.
Fontes:
pt.fifa.com
revista PLACAR especial Copa do Mundo 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Espanha - até onde vai a fúria espanhola?



Campeã da Eurocopa de 2008 e com 100% de aproveitamento nas Eliminatórias, a Espanha chega à África do Sul como uma das favoritas ao título. Porém a seleção espanhola já provou não ser invencível. No principal "teste" para a Copa do Mundo, a Copa das Condefederações, a Espanha foi eliminada após perder para os EUA e terminou em terceiro lugar da competição.

Além disso, a seleção comandada por Vicente Del Bosque (foto )vem sofrendo ultimamente com baixas no elenco que devem ser vitais para a equipe. A boa forma de alguns de seus principais jogadores e a sequência de jogos fez com que a seleção tivesse em sua lista oficial 3 de seus principais nomes ainda em recuperação de lesão: Fernando Torres, Xavi e Fábregas. Apesar disso, a Espanha conta com outros grandes talentos como o meiocampista Iniesta, o atacante Villa e o zagueiro Puyol. No gol, a segurança de Casillas e os reserva de luxo Victor Valdés e Reina.

Sem seus principais jogadores, a fúria perde muito, e ainda precisa lutar contra o rótulo de seleção que amarela em momentos difíceis e conquistar títulos.


fontes:
pt.fifa.com
revista VEJA junho 2010 nº2167
revista PLACAR especial Copa do Mundo
google.com (fotos)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Portugal - Falta desencantar



Com os portugueses é oito ou oitenta: ou eles saem da Copa na primeira fase ou vão ás semifinais. Esse ano é provável que fique em algum lugar no caminho entre as duas fases.
Tudo porque, apesar de ter um bom elenco, Portugal tem uma seleção que simplesmente não rende. A campanha nas Eliminatórias começou mal, deixaram de ser favoritos e eles viram sua vaga ameaçada. Na segunda metade da competição deram a volta por cima, tiveram bons resultados e conseguiram a classificação. No amistoso disputado contra a seleção de Cabo Verde, os portugueses enpataram em 0 a 0 com uma atuação desanimadora.

Ainda assim, Portugal merece destaque e atenção nesta Copa por ter em seu elenco nada mais nada menos que o melhor jogador do mundo em 2008 e na briga pelo título de 2010 : Cristiano Ronaldo.
O atacante do Real Madrid tem jogado bem e feito boas atuações, apesar da má fase do time. Junto a ele estão o brasileiro Liédson e o jovem Nani. Eles também tem jogado muito bem e formam um ataque poderoso. Na defesa, sem muitos problemas. Ricardo Carvalho é a imagem perfeita da tranquilidade no último reduto da equipa e fundamental na organização defensiva.

Fontes:
pt.fifa.com
Revista especial PLACAR Copa do Mundo


terça-feira, 25 de maio de 2010

Eslováquia - Produção independente


A Eslováquia fez parte da Tchecoslováquia até 1992. Os jogadores eslovacos sempre atuavam pela seleção thecoslovaca. A equipe tcheca se classificou para oito Copas od Mundo, com dois vice-campeonatos em 1934 e 1962. A última Copa do Mundo da Tchecoslováquia foi em 1990. A equipe progrediu até as quartas de final, quando foi eliminada pelos eventuais campeões, Alemanha, por 1 a 0. Dos 17 jogadores da equipe, oito eram eslovacos.

Os eslovacos não eram os favoritos em seu grupo das Eliminatórias, mas o técnico Vladimir Weiss (foto) trouxe sucesso imediato para a equipe. Seus comandados jogaram com auto-confiança e venceram na estreia contra a Irlanda do Norte, antes de conseguir o importante triunfo contra a Polônia. A chave para sua eventual classificação no Grupo 3 foi a vitória diante da República Tcheca, em Praga. A segunda vitória contra a Irldanda do Norte, em Belfast, foi a performance mais confiante. O jogo seguinte foi em casa contra a Eslovênia e o encontro terminou com uma derrota decepcionante. A recuperação foi rápida com uma vitória sobre os poloneses, assegurando a vaga para a Copa do Mundo.

Todos os membros da equipe atuam em clubes de fora do país, em ligas como da Inglaterra, Alemanha, Holanda e Rússia. O pilar da equipe é a defesa, liderada pelo goleiro Jan Murcha e o zagueiro Martin Skrtel. A Eslováquia também não é tão ruim no ataque, já que teve o melhor ataque de seu grupo nas Eliminatórias. A maior fraqueza do time eslovaco parece ser a quantidade limitada de estrelas com experiência internacional. Se dois ou três jogadores importantes se machucam, Weiss terá muito trabalho para subsittui-los.

Fontes (fotos):
google.com

Itália - Pragmatismo vencedor




Os atuais campeões do mundo não precisam de muitas introduções. Depois do Brasil, a Itália é a seleção com maior sucesso na história do futebol, com quatro títulos mundiais. Eles conquistaram a Alemanha em 2006 e surpreenderam a mídia e o mundo do futebol. Depois de uma campanha decepcionante na Euro 2008 e na Copa das Confederações um ano depois, os torcedores italianos não acreditam nos comandados de Lippi, mas esse ceticismo costuma ser uma arma letal para a Itália.

A Itália se classificou com um jogo para o fim no Grupo 8 das Eliminatórias europeias. Não foi nada brilhante. A equipe italiana raramente jogou um futebol convincente nas Eliminatórias, mas passou pelo grupo invicta. O treinador Marcello Lippi (foto) adora falar em grupo, do coletivo, da equipe. Ele não gosta de individualismo e é por isso que a coesão é a mais importante virtude da Itália como em 2006, se você se lembra. Mas a Itália também tem uma defesa sólida, liderada pelo trio da Juventus Buffon, Cannavaro e Chiellini. Talvez seja esse o grande trunfo italiano nessa Copa.

O maior problema da Itália está no ataque. A equipe não tem um atacante de alto nível como Messi, Kaká ou Torres. Gilardino, Iaquinta e Di Natale são bons jogadores, mas não são decisivos. Com várias decisões discutíveis, Marcelo Lippi chega ao Mundial muito contestado. Tendo deixado de fora jogadores excepcionais como Totti (foto) , Balotelli e Cassano, a Itália se tornou MUITO mais fraca do meio para a frente.






Fonte (fotos):
google

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Dinamarca - "Dinamáquina."



A Dinamarca não apareceu na Copa do Mundo até 1986. Foi quando a equipe treinada por Sepp Piontek fez grande campanha e foi batizada de 'Dinamáquina'. A primeira fase foi vencida com estilo, batendo Escócia, Uruguai e Alemanha, antes de se encontrar com a Espanha nas oitavas de final. A Dinamarca saiu na frente, mas terminou goleada pelos espanhóis por 5 a 1. Em 1998, a Dinamarca chegou às quartas de final, sendo eliminada pelo Brasil por 3 a 2. Os irmãos Laudrup, Brian e Michael, eram as estrelas da equipe. Em 2002, a Dinamarca venceu os campeões da França por 2 a 0 na última rodada de seu grupo antes que a Inglaterra lhe eliminasse. Depois da ausência em 2006, os dinamarqueses estão de volta.

A Dinamarca se classificou com estilo e era favorita desde o início do grupo. Depois de um empate sem gols contra a Hungria na estreia, venceu seus cinco jogos seguintes. A vitória mais importante veio em Portugal, por 3 a 2. O jogo decisivo veio na Suécia, na sexta rodada, quando venceram por 1 a 0, aumentando as chances de classificação. Dois empates sucessivos fizeram com que uma vitória simples contra a Suécia fosse suficiente para garantir a vaga. Jakob Poulsen marcou o gol da vitória aos 34 do segundo tempo.

Tendo um forte e coletivo meio-campo, a "Dinamáquina" faz com que seja duro para os oponentes jogarem pelo meio e chegarem perto da área dinamarquesa. No outro lado do campo, isso significa que a equipe tem boas opções para levar a bola à área oponente. Junto com boas jogadas pela lateral, fazem da Dinamarca um time perigoso. Por outro lado, sua maior fraqueza está na falta de opções no ataque. Essa é parte da razão pela qual a equipe atual joga com apenas um atacante. O jovem Nicklas Bendtner é o titular, mas quando está lesionado- algo frequente- as escolhas não são muitas. Soren Larsen foi utilizado e até marcou gols, mas só atuou em cinco dos dez jogos. Outra opção é Tomasson, mas ele parece trancado nos 51 gols, um abaixo do recorde de 52 da Seleção Dinamarquesa.




fontes:
google.com (imagens)
pt.fifa.com (imagens)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Holanda - Laranja Madura


Tá no ponto. Invencibilidade, talentos, bom retrospecto... Será que dessa vez a Laranja Mecânica vai dar suco?Qual a diferença deste carrossel para as do passado? A série de 16 jogos sem derrota desde Novembro de 2008 pode impressionar. Mas não se enganem: o grupo nas eliminatórias não era tão forte, e nos amistosos contra Inglaterra e Itália a Holanda apenas empatou.

Desde a aposentadoria de Rinus Michels, com exceção da conquista da Euro 1988, os inúmeros sucessores de Johan Cruyff nunca alcançaram uma grande glória. Por isso mesmo, o país ganhou a fama de ter um futebol vistoso, mas pouco eficiente para chegar a uma conquista de peso. É esta imagem que o treinador Bert van Marwijk (foto) vem tentando mudar desde que assumiu o cargo, após a campanha decepcionante da Holanda na Euro 2008.


Para isso, o treinador aposta no elenco que foi totalmente reformulado após as aposentadorias do goleiro Van der Sar  e do atacante Van Nisteroy (foto a esquerda) da seleção. Além disso, Bert van Marwijk também não tem convocado o meio-campo Seedorf, que era considerado indispensável para o time. Os líderes do grupo são Arjen Robben, Joris Mathijsen, Andre Ooijer, Dirk Kuyt, Mark van Bommel, Klaas Jan Huntelaar e Giovanni van Bronckhorst, que já estavam presentes sob o comando do antigo treinador. Rafael van der Vaart, Robin van Persie, Nigel De Jong e Wesley Sneijder são outros que compõem o time.





Fontes:
globoesporte.com
pt.fifa.com
google (imagens)

Sérvia - Agora é sozinha



Esta será a primeira Copa como país indepente para a Sérvia. a ex-integrante da Iugoslávia participou do último mundial junto com Montenegro e foi a última colocada. Apesar disso, a seleção comandada pelo técnico Radomir Antic tem surpreendido.

O elenco, no entanto, segue com qualidade atestada nas eliminatórias europeias. A Sérvia terminou em primeiro, à frente de França, Romênia e Áustria, e contou com destaques como o zagueiro Vidic, do Manchester United, o atacante Zigic, do Valencia, e os meias Krasic, do CSKA, e Stankovic, do Inter de Milão. Este último, inclusive, segue como o craque do time, justamente na posição de Petkovic (foto a direita), famoso em terras brasileiras. Apesar do bom momento vivido pelo meio-campo do Flamengo no ano passado, o técnico Radomir Antic(foto abaixo) não cogita levá-lo para a África.

O país participou de nove edições da competição como parte da Iugoslávia e esteve na Alemanha 2006 ainda como Sérvia e Montenegro. Seus melhores resultados em Copas foram os quarto lugares em 1930 e 1962.



fontes:
globoesporte.com
pt.fifa.com
google (imagens)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Alemanha - Cada vez menos favorita


Tristes. Assim devem estar se sentindo os alemãs após o anuncio de que o seu maior ídolo e capitão da seleção Micheal Ballack (foto abaixo) não jogará a Copa do Mundo. O craque sofreu uma lesão no tornozelo durante a final da Copa da Inglaterra. Com isso, a Alemanha tem seu segundo grande desfalque. Antes do meia de 33 anos, o goleiro René Adler já havia anunciado que passaria por uma cirurgia para corrigir problemas nas costas.
 A seleção tricampeã mundial, sempre foi tida como uma das favoritasao título. Os jogadores estavam motivados pela excelente campanha que fizeram nas Eliminatórias. O país foi vice-campeão mundial na edição do Japão e da Coreia do Sul, em 2002, terceiro colocado jogando em casa em 2006 e vice-campeão europeu em 2008, na Áustria e na Suíça. Porém, a ausência de seu maior ídolo e do goleiro em que todos confiavam pode mexer com o emocional dos jogadores.

Com uma eficiência impressionante e muita combatividade, embora na maior parte das vezes sem muito brilho, a Alemanha se classificou sem maiores problemas no Grupo 4 das Eliminatórias europeias para a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010.
 
Apesar dos desfalques, o técnico Joachim Löw (foto) ainda possui jogadores de muita qualidade no elenco. Os principais nomes são os do centroavante Miroslav Klose, do lateral Philipp Lahm e do meio-campista Bastian Schweinsteiger, todos do Bayern de Munique. Destaque também para Lukas Podolski, que voltou recentemente para o Colônia





fontes:
globoesporte.globo.com/
pt.fifa.com/

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Eslovênia - Talvez, quem sabe?


Independente desde 1991, a Eslovênia só disputou apenas uma Copa do Mundo. Em 2002, no torneio da Coréia do Sul e do Japão, a seleção eslovena fez sua estreia na principal competição de futebol do planeta, mas saiu na primeira fase, perdendo seus três jogos.

Na África do Sul, a seleção eslovena chegará ao seu segundo Mundial embalada para conseguir sua primeira vitória. Nas eliminatórias europeias, os eslovenos desbancaram República Tcheca e Polônia na fase de grupos e ainda eliminaram a forte Rússia na repescagem.

 

No elenco da Eslovênia não é o melhor lugar para se procurar por grandes astros do futebol. Mas, embora o sucesso da seleção tenha sido construído na força do grupo e no espírito coletivo, o técnico Matjaz Kek (foto) não pode reclamar da falta de talentos individuais. Dentre os mais conhecidos estão Handanovic, da Udinese, e o artilheiro Novakovic,do Colônia.
A eslovênia terá grande problemas pra se classificar, mas se até chegou até aqui, pode avançar.





Pré-convocados:


Goleiros
Samir Handanovic (Udinese-ITA), Jasmin Handanovic (Mantova-ITA), Aleksander Seliga (Rotterdam-HOL) e Jan Koprivec (Maribor);

Defensores
Bojan Jokic (Chievo-ITA), Marko Suler (Gent-BEL), Bostjan Cesar (Grenoble-FRA), Branko Ilic (Lokomotiv Moscou-RUS), Matej Mavric (Koblenz-ALE), Dejan Kelhar (Cercle Brugge-BEL), Elvedin Dzinic (Maribor), Miso Brecko (Colônia-ALE), Aleksandar Rajcevic (Koper) e Suad Filekovic (Maribor);

Meio campistas
Andraz Kirm (Wisla Cracóvia-POL), Andrej Komac (Maccabi Tel-Aviv-ISR), Rene Krhin (Internazionale de Milão), Mirnes Sisic (Giannina-GRE), Darjan Matic (Rapid Bucareste-ROM), Dare Vrsic (Koper), Dalibor Stevanovic (Vitesse-HOL), Robert Koren (West Bromwich-ING), Aleksander Radosavljevic (Larissa-GRE) e Valter Birsa (Auxerre-FRA);

Atacantes
Milivoje Novakovic (Colônia-ALE), Zlatko Dedic (Bochum-ALE), Zlatan Ljubijankic (Gent-BEL), Nejc Pecnik (Nacional-POR), Miran Burgic (Solna-SUE) e Tim Matavz (Groningen-HOL).